docentes

Carlos de Almeida Prado Bacellar

 

 

 

 

É graduado em História pela Universidade de São Paulo (1981), mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (1987) e doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (1995). Atualmente é professor do Departamento de História da Universidade de São Paulo. É Presidente do Conselho Supervisor do SIBi - Sistemas Integrado de Bibliotecas da USP desde fevereiro de 2015. Foi Coordenador do Arquivo Público do Estado de São Paulo (2007-2013). Foi membro do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta, São Paulo (2010-2015), e é membro do Conselho Consultivo do Museu Paulista da Universidade de São Paulo desde julho de 2014. Foi diretor do CEDHAL/Centro de Estudos de Demografia Histórica da América Latina da FFLCH/USP (2006-2007)), e supervisor técnico-científico do Museu Republicano Convenção de Itu/USP (2004-2007). Desenvolve projetos na área de Demografia Histórica e História Social da População, com enfoque nos seguintes temas: história da família, demografia da escravidão, compadrio e elites agrárias. Pesquisador em Produtividade em Pesquisa/CNPq, nível 1D.
(Texto informado pelo autor)

Sala: N2
E-mail: cbacellar@usp.br
Curriculum Lattes
Linhas de Pesquisa: Escravidão e História Atlântica, Brasil Colonial / História da Família / Demografia Histórica.

Carlos Alberto de Moura Ribeiro Zeron

 

 

 

 

Carlos Alberto de Moura Ribeiro Zeron. Professor Titular de História da Universidade de São Paulo. Diretor da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (Universidade de São Paulo). Membro da Academia Ambrosiana, Classe di Studi Borromaici (Milão, Itália). Foi professor visitante da Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (1997, 2002, 2007, 2013, 2014 e 2016) e da Universidad Internacional de Andalucía (2004); foi também pesquisador convidado do Musée du Quai Branly (2009). Possui graduação em História pela Universidade de São Paulo (1985), mestrado em História Social pela Universidade de São Paulo (1991), doutorado em Histoire et Civilisations pela Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales, França (1998) e livre-docência em História Moderna pela Universidade de São Paulo (2010). É pesquisador do CNPq (nível I-C) desde 2003. Realiza pesquisas sobre a escravidão indígena e africana, sobre a legislação indigenista na América de colonização portuguesa e espanhola e sobre o pensamento jurídico moderno (com ênfase nas obras produzidas pelos teólogos da Companhia de Jesus e por juristas espanhóis e portugueses).
 

Sala:N4
E-mail: zeron@usp.br
Curriculum Lattes
Linhas de pesquisa: Escravidão e história Atlântica (História Social); História das idéias políticas (História Social).
 
Orientação dada
Mestrado
 
Projetos
Projeto 1«Bem comum» e «utilidade pública»: o «bom governo» dos índios nas Américas de colonização portuguesa e espanhola? (Bolsa de produtividade em pesquisa, PQ-II, do CNPq) Resumo: ?Estudo das noções de «bem comum» e «utilidade pública» na definição do «bom governo» dos ameríndios. A pesquisa que desenvolvemos com este projeto busca compreender a dimensão jurídica dos aldeamentos indígenas administrados pelos portugueses, e a compreensão diversa que deles tiveram os conselheiros do rei, os governadores, os camaristas, os missionários, os moradores e os próprios indígenas. Contudo, se é certo que existiu uma produção teórica importante sobre a questão da incorporação dos indígenas à sociedade colonial no reino de Portugal (desenvolvida particularmente por teólogos jesuítas, nas universidades portuguesas), ela foi relativamente escassa na sua colônia americana. Por isso, pretendemos desenvolver um estudo comparativo com o processo equivalente que se desenvolveu na América de colonização espanhola. Pretendemos referenciar a discussão jurídica que fundamentou a montagem da sociedade colonial portuguesa na América nos conceitos equivalentes que embasaram a mesma discussão no contexto da América espanhola. Pretendemos caracterizar as semelhanças e as diferenças havidas nos processos de construção da sociedade colonial, num e noutro contexto americano, apontando simultaneamente as semelhanças e as diferenças relativamente ao campo semântico dos principais conceitos que encontramos na tratadística e na documentação circunstanciada produzida nos momentos de crise que influíram na definição da política indigenista portuguesa e espanhola.

Projeto 2: «A lei que lhes hão de dar»: aldeamentos jesuíticos e instituição da sociedade civil no contexto colonial (c.1550 - c.1730). Ao longo dos dois séculos de sua primeira existência, a Companhia de Jesus se notabilizou por pretender assegurar uma intervenção na vida social e política, na Europa como no ultramar, marcada pela uniformização doutrinária: o preceito de obediência que estruturava o seu funcionamento interno deveria determinar igualmente suas várias formas de ação no mundo. Essa pretensão acabou por constituir elemento importante nas interpretações da face política das atividades da Companhia de Jesus, realizadas pelas gerações de historiadores que, desde sua extinção, têm se dedicado a estudar seu passado. Contudo, estudos recentes evidenciam que nem sempre este preceito uniformizador se realizava. O presente projeto de pesquisa pretende examinar a diversidade de propostas existentes no interior da Companhia de Jesus, durante os séculos XVI e XVII, com relação à administração dos aldeamentos reais e, especificamente, com relação à sua estruturação espacial e às formas de exploração do trabalho indígena.

Projeto 3: «Quinto Império e pertencimento nacional». O último quarto do século XVII foi vivido como um momento de dilaceramento interno da Província jesuítica do Brasil: o consenso interno, prevalecente há um século e meio, quanto à necessidade de os próprios missionários assumirem a administração temporal dos aldeamentos indígenas foi contestada pela primeira vez, de maneira organizada, por um grupo dissidente. Antonio Vieira procurou desqualificar essa disputa interna como uma conspiração de jesuítas estrangeiros que, articulados aos padres brasilienses, se opunham aos missionários portugueses para negociar um acordo com os escravocratas paulistas. Do seu ponto de vista, tal acordo, caso fosse concretizado, seria fatal para os índios (do ponto de vista da sua salvação espiritual tanto quanto de sua existência física) e, extensivamente, um entrave ao cumprimento do destino messiânico de Portugal de fundar o Quinto Império ou Reino Consumado de Cristo. Nesta pesquisa, pretendo analisar como o pertencimento nacional foi problematizado por diferentes missionários em atividade no Brasil ? e particularmente por aquele que mais ampla e enfaticamente explorou essa temática, Antonio Vieira ? tomando como base um conjunto de cartas escritas entre o final do século XVII e o início do século XVIII.

Antonia Terra de Calazans Fernandes

Antonia

 

 

 

 

Possui graduação, licenciatura e mestrado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1997). Foi professora do Departamento de História da PUC-SP. Atualmente é professora do Departamento de História da FFLCH - USP. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Métodos e Técnicas de Ensino de História, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino de história, formação de professores, livros didáticos, educação de jovens e adultos, memória e currículo de história.
 

Sala: Corredor (gabinete - U)
E-mail: antoniacalazans@gmail.com
Currículo Lattes
Linha de pesquisa: Ensino de História Indígena, Ensino de História, História Oral.

Angelo de Oliveira Segrillo

 

 

 

 

Angelo de Oliveira Segrillo é professor Livre Docente de história contemporânea no Departamento de História da Universidade de São Paulo. É responsável pela disciplina História Contemporânea com ênfase em Ásia. Coordena o Laboratório de Estudos da Ásia do Departamento de História da USP. Graduou-se pela Southwest Missouri State University (EUA), cursou mestrado no Instituto Pushkin de Moscou (Rússia) e doutorado na Universidade Federal Fluminense. É especialista em história da Rússia e ex-URSS eurasiana. Sua tese de doutorado foi considerada pioneira na historiografia brasileira por ter sido a primeira tese acadêmica nacional sobre a história da Rússia/URSS baseada em pesquisa direta nos antigos arquivos classificados soviéticos e fontes primárias russas originais. É autor de diversos livros e artigos sobre a história da Rússia, entre os quais: O Declínio da URSS: um estudo das causas (ed. Record), De Gorbachev a Putin (ed. Prismas), Rússia: Europa ou Ásia (ed. Prismas), Rússia e Brasil em Transformação (ed. 7letras) e Os Russos (ed. Contexto). Seus trabalhos se inscrevem na interface entre história, ciência política e relações internacionais.
 

Sala: Corredor (gabinete Q)
E-mail: angelosegrillo@yahoo.com
Currículo Lattes
Homepage: http://www.angelosegrillo.blogspot.com
Linhas de pesquisa: História política

Algumas publicações
  • As publicações poderão ser encontradas na Homepage do professor.

Ana Paula Torres Megiani

 

 

 

 

Possui Graduação em História pela Universidade de São Paulo (1987), Mestrado (1995), Doutorado (2001) e Livre Docência (2015) em História Social pela Universidade de São Paulo. Ingressou como professora do Departamento de História da Universidade de São Paulo em 2003 na área de História Ibérica, onde atualmente ocupa os cargos de Professor Associado desde 3/2015 e Coordenadora do Curso de Bacharelado em História desde 8/2013. Entre 2013 e 2015 foi co-ministrante do Master de Estudios Brasileños, convênio Universidade de São Paulo e Universidade de Salamanca, na área de História do Brasil. É autora dos livros "O jovem rei encantado: expectativas do messianismo régio em Portugal - sécs. XIII-XVI" (Ed.Hucitec, 2003) e "O rei ausente: festas e cultura política nas visitas dos Filipes a Portugal 1581 e 1619" (Ed. Alameda, 2004), e organizadora dos livros coletivos "Inês de Castro: a época e a memória" (Ed. Alameda, 2008), "O Império por escrito" (Ed. Alameda, 2009) e ?O Brasil na Monarquia Hispânica: novas interpretações? (Ed. Humanitas 2014). Possui ainda diversos artigos publicados em livros e periódicos internacuionais. É pesquisadora da Cátedra Jaime Cortesão-FFLCH/USP desde 2002 e responsável pelo convênio FFLCH-USP/Instituto Camóes de Portugal desde 12/2015. Dentre inúmeros projetos de pesquisa, foi pesquisadora integrante do Projeto Temático FAPESP ?Dimensões do Império Português? (2005-2009) e coordenadora do núcleo brasileiro do Projeto ?O Brasil na Monarquia Hispânica. Cultura Política, Negócios e Missionação durante a União das Coroas Ibéricas e a Guerra de Restauração. 1580-1668? (USP-USAL 2012/2015). Possui dois Pós-Doutorados internacionais concluídos: no Instituto de Ciências Sociais-Universidade de Lisboa em 2003 e na Universidade Complutense de Madrid em 2006. As áreas de especialização concentram-se em História da Cultura na Baixa Idade Média e Época Moderna, atuando principalmente nos seguintes temas: história de Portugal e Espanha , memória política, monarquia filipina e união ibérica.
 

Sala:N2
E-mail: megiani@usp.br
Curriculum Lattes
Linhas de pesquisa:História da Cultura, Cultura Política História da Arte, Arquitetura e Urbanismo - Mundo Ibérico/Baixa Idade Média e Época Moderna.
Links para alguns trabalhos da docente:

Memória e conhecimento do mundo: coleções de objetos, impressos e manuscritos nas livrarias de Portugal e Espanha, séculos XV-XVII

Das palavras e das coisas curiosas: correspondência e escrita na coleção de
notícias de Manuel Severim de Faria

Orientação dada

Mestrado e Doutorado

Ana Paula Tavares Magalhães Tacconi

 

 

 

 

Possui Bacharelado e Licenciatura em História pela Universidade de São Paulo (1995), Mestrado em História Social pela Universidade de São Paulo (1998) e Doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (2003). Atualmente é professor-doutor da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Medieval, atuando principalmente nos seguintes temas: idade média, relações de poder, educação, literatura e história. Participa como membro do Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre Futebol e Modalidades Lúdicas - LUDENS-USP, atuando junto ao núcleo de Estudos Medievais. É membro do NEAM - Núcleo de Estudos Antigos e Medievais (UNESP/Assis e Franca), do NEMED - Núcleo de Estudos Mediterrânicos (UFPR), membro-conselheiro da ANPUH - Associação Nacional dos Professores de História, secção São Paulo, membro da ABREM - Associação Brasileira de Estudos Medievais, da SAEMED - Sociedad Argentina de Estudios Medievales, entre outros.
 

Sala: N1
E-mail: apmagalh@usp.br
Curriculum Lattes
Linhas de pesquisa: História política.

Orientação dada
Mestrado - Talita Cristina Garcia. “A ascensão histórica do papado segundo Marsílio de Pádua”.
 
Algumas publicações
Artigos
  • A QUESTÃO DA PLENITUDO POTESTATIS EM GUILHERME DE OCKHAM: O SIGNIFICADO DE SUA OBRA POLÍTICA, in Relações de poder, educação e cultura na Antigüidade e Idade Média, org. Ruy de Oliveira Andrade, Santana de Parnaíba: Sollis, 2005.O IMPÉRIO NA HISTORIOGRAFIA ALEMÃ DO SÉCULO XIX. XVIII Encontro Regional de História, ANPUH, Assis, 2006, Revista do IFCH-UNICAMP (no prelo).
  • A PAZ COMO FINALIDADE DO ESTADO SOBERANO: O DEFENSOR PACIS (1324) DE MARSÍLIO DE PÁDUA. ANPUH-RJ, 2006.

Adone Agnolin

 

 

 

 

Graduação em Filosofia e especialização em História das Religiões, junto à Università degli Studi di Padova (1987), Itália. Doutorado em Sociologia (1998) e Pós-Doutorado em História Social (2000-2003), junto à Universidade de São Paulo (USP), Brasil. Desde 2003, Professor Doutor em História Moderna no Departamento de História da Universidade de São Paulo. Já integrante do Projeto Temático de pesquisa, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), "Missões Cristãs e Populações Indígenas: o problema da mediação cultural" e do Projeto Temático "Dimensões do Império Português", do Departamento de História - FFLCH-USP, Cátedra 'Jaime Cortesão' e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP): no interior do qual foi, finalmente, coordenador do Núcleo Temático "Religião e Evangelização". Atua, sobretudo, na área de História Moderna, com ênfase em História Moderna e Colonial, História das Religiões, História da Reforma e da Contra-Reforma, Catequese e Missionação, Colonização e Mediação Cultural entre Europa, América e Ásia, Antropologia Histórica.
 

Sala: O2
E-mail: adone@usp.br
Curriculum Lattes
Linhas de pesquisa: História Moderna e Colonial; História das Religiões; Catequese, Missionação e Mediação Cultural entre Europa, América e Ásia; Antropologia Histórica.

Orientação dada
Mestrado e Doutorado.
 
Algumas publicações
Livros
  • O APETITE DA ANTROPOLOGIA:  O Sabor Antropofágico do Saber Antropológico: alteridade e identidade no caso tupinambá. São Paulo, Associação Editorial Humanitas, 2005.
  • JESUÍTAS E SELVAGENS: A Negociação da Fé no encontro catequético e ritual americano - séculos XVI-XVII. São Paulo, Humanitas/FAPESP, 2007.
  • 'RELIGIÕES' POLITEÍSTAS DO MUNDO ANTIGO: Mesopotâmia, Egito, Grécia, Roma, América pré-colombiana, Petrópolis (RJ), VOZES, 2024 (320 pp.).
Artigos
Capítulos de livros
  • Catequese e Tradução: gramática cultural, religiosa e lingüística do encontro catequético e ritual nos séc. XVI-XVII. In: "Deus na Aldeia: missionários, índios e mediação cultural". Paula Montero (Org.). São Paulo, Editora Globo, 2006.