História Política

Ana Paula Tavares Magalhães Tacconi

 

 

 

 

Possui Bacharelado e Licenciatura em História pela Universidade de São Paulo (1995), Mestrado em História Social pela Universidade de São Paulo (1998) e Doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (2003). Atualmente é professor-doutor da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Medieval, atuando principalmente nos seguintes temas: idade média, relações de poder, educação, literatura e história. Participa como membro do Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre Futebol e Modalidades Lúdicas - LUDENS-USP, atuando junto ao núcleo de Estudos Medievais. É membro do NEAM - Núcleo de Estudos Antigos e Medievais (UNESP/Assis e Franca), do NEMED - Núcleo de Estudos Mediterrânicos (UFPR), membro-conselheiro da ANPUH - Associação Nacional dos Professores de História, secção São Paulo, membro da ABREM - Associação Brasileira de Estudos Medievais, da SAEMED - Sociedad Argentina de Estudios Medievales, entre outros.
(Texto informado pelo autor)

Sala: O2
E-mail: apmagalh@usp.br
Curriculum Lattes
Linhas de pesquisa: História política.

Orientação dada
Mestrado - Talita Cristina Garcia. “A ascensão histórica do papado segundo Marsílio de Pádua”.
 
Algumas publicações
Artigos
  • A QUESTÃO DA PLENITUDO POTESTATIS EM GUILHERME DE OCKHAM: O SIGNIFICADO DE SUA OBRA POLÍTICA, in Relações de poder, educação e cultura na Antigüidade e Idade Média, org. Ruy de Oliveira Andrade, Santana de Parnaíba: Sollis, 2005.O IMPÉRIO NA HISTORIOGRAFIA ALEMÃ DO SÉCULO XIX. XVIII Encontro Regional de História, ANPUH, Assis, 2006, Revista do IFCH-UNICAMP (no prelo).
  • A PAZ COMO FINALIDADE DO ESTADO SOBERANO: O DEFENSOR PACIS (1324) DE MARSÍLIO DE PÁDUA. ANPUH-RJ, 2006.

Ângelo de Oliveira Segrillo

 

 

 

 

Ângelo de Oliveira Segrillo é professor Livre Docente de história contemporânea no Departamento de História da Universidade de São Paulo. É responsável pela disciplina História Contemporânea com ênfase em Ásia. Coordena o Laboratório de Estudos da Ásia do Departamento de História da USP. Graduou-se pela Southwest Missouri State University (EUA), cursou mestrado no Instituto Pushkin de Moscou (Rússia) e doutorado na Universidade Federal Fluminense. É especialista em história da Rússia e ex-URSS eurasiana. Sua tese de doutorado foi considerada pioneira na historiografia brasileira por ter sido a primeira tese acadêmica nacional sobre a história da Rússia/URSS baseada em pesquisa direta nos antigos arquivos classificados soviéticos e fontes primárias russas originais. É autor de diversos livros e artigos sobre a história da Rússia, entre os quais: O Declínio da URSS: um estudo das causas (ed. Record), De Gorbachev a Putin (ed. Prismas), Rússia: Europa ou Ásia (ed. Prismas), Rússia e Brasil em Transformação (ed. 7letras) e Os Russos (ed. Contexto). Seus trabalhos se inscrevem na interface entre história, ciência política e relações internacionais.
(Texto informado pelo autor)

Sala: Corredor
E-mail: angelosegrillo@yahoo.com
Currículo Lattes
Homepage: http://www.angelosegrillo.blogspot.com
Linhas de pesquisa: História política

Algumas publicações
  • As publicações poderão ser encontradas na Homepage do professor.

Carlos Roberto Figueiredo Nogueira

 

 

 

 

Possui graduação em História pela Universidade de São Paulo (1971) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1981). Atualmente é professor Titular da Universidade de São Paulo e Decano do Departamento de História. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Medieval, atuando principalmente nos seguintes temas: Idade média, Portugal, Espanha, igreja, cristianismo e feitiçaria. Atualmente pesquisa o reinado de Pedro I de Portugal e a Crise do século XIV. Acadêmico correspondente da Academia Portuguesa da História, é coordenador do GEMPO, ligado à Cátedra Jaime Cortesão e integrado por pesquisadores da USP, UFRJ, Universidade de Lisboa, Universidade de Coimbra, Universidade do Porto e l'Université de Poitiers/ Centre de Etudes Superieures de Civilisation Médiévale, cuja Linha de Pesquisa é "Poder e Relações de Solidariedade em Portugal Medieval" http://www.fflch.usp.br/cjc/gempo/ (Texto informado pelo autor)

Sala: O2
E-mail: crfnogue@usp.br
Curriculum Lattes
Linhas de Pesquisa: História Política, História da Cultura, Europa Medieval

Eduardo Natalino dos Santos

 

 

 

 

Bacharel e licenciado em História pela Universidade de São Paulo (USP), entre 1992 e 1995, onde também realizou seu mestrado e doutorado em História Social, entre 1997 e 2005. Fez cursos, estágios e pesquisas bibliográficas na Universidad Nacional Autónoma de México, entre 1998 e 1999 e entre 2002 e 2003, e na Stanford University, em 2004. É professor doutor no Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP desde 2006, onde leciona principalmente as disciplinas História da América Pré-hispânica e História da América Colonial e se dedica a pesquisas sobre as concepções de história e de cosmogonia dos povos mesoamericanos e andinos, de tempos pré-hispânicos e coloniais. Além de vários artigos, publicou seu mestrado com o título “Deuses do México indígena. Estudo comparativo entre narrativas espanholas e nativas” – seu doutorado está no prelo e será publicado até o final de 2009 com o título “Tempo, espaço e passado na Mesoamérica. O calendário, a cosmografia e a cosmogonia nos códices e textos nahuas”. É um dos membros-fundadores do Centro de Estudos Mesoamericanos e Andinos da USP (www.fflch.usp.br/cema), que realiza, desde 2000, atividades sobre História e Arqueologia dessas duas regiões da América Indígena, tais como colóquios, seminários permanentes, grupo de estudo de nahuatl e quéchua etc. Possui também experiência no ensino de História nos níveis fundamental e médio, nos quais trabalhou entre 1992 e 1996 e para os quais escreveu um livro paradidático intitulado "Cidades Pré-hispânicas do México e América Central".

Sala: Corredor
E-mail: natalino@usp.br
Currículo Lattes
Linhas de pesquisa:História da Cultura e História Política / Temas: História da América Pré-hispânica (Mesoamérica e Andes); História Indígena Colonial; Fontes nativas mesoamericanas e andinas (pré-hispânicas e coloniais).

 
Projeto de Pesquisa Atual
 
História e cosmogonia segundo as elites mesoamericanas e andinas: características e transformações em tempos pré-hispânicos e coloniais.
As explicações históricas e cosmogônicas dos povos mesoamericanos partiam de pressupostos bastante distintos dos que fundamentavam o pensamento da cristandade ocidental no início da época Moderna – pensava-se, por exemplo, que o mundo natural havia passado por grandes transformações desde sua criação inicial e que o ser humano havia sido criado mais de uma vez. Além disso, tais explicações empregavam concepções de tempo, espaço e agentes que também eram muito distintas das que pautavam o pensamento dos cristãos – acreditava-se, por exemplo, que a fronteira entre deuses e homens era transponível e frequentemente ultrapassada nos dois sentidos. Sem perceber ou valorizar essas distinções, ou interpretando-as segundo seus próprios pressupostos e cânones, os cristãos que escreveram sobre a história e a cosmogonia dos povos mesoamericanos durante o início do período colonial legaram um conjunto de fontes que tem influenciado fortemente a visão dos estudiosos sobre esses temas, apesar de, muitas vezes, portar mais informações e características do pensamento cristão-ocidental do que do pensamento mesoamericano. Analisar as fontes nativas para detectar e explicar as particularidades das concepções mesoamericanas de tempo, espaço, agente e passado, bem como as funções políticas e transformações dessas concepções durante a passagem do período pré-hispânico ao colonial, foi um dos principais objetivos das pesquisas anteriores, que abordaram centralmente os povos nahuas. Baseando-se nos resultados dessas pesquisas, as novas investigações, realizadas desde 2006, perseguem, basicamente, dois objetivos. O primeiro é analisar as concepções de tempo, espaço e agente nos textos históricos e cosmogônicos dos maias e mixtecos com o mesmo grau de profundidade e detalhamento que dedicamos aos nahuas nas pesquisas anteriores, nas quais as fontes maias e mixtecas foram estudadas de modo secundário, apenas para dar suporte comparativo ao caso nahua. Com isso, será obtido um painel mais equitativo sobre o comportamento desses temas de investigação nas diversas sub-regiões mesoamericanas, o qual permitirá diálogos e debates tanto com a produção acadêmica que trata especificamente de cada sub-região como com a que se dedica a tratar da Mesoamérica de modo mais amplo e geral. O segundo objetivo é estender o tipo de pesquisa realizado sobre a Mesoamérica para os Andes Centrais, a outra macrorregião da América Indígena que contou com sociedades estatais – e, por vezes, expansionistas – no período pré-hispânico, cujas redes de poder e elites dirigentes, assim como na Mesoamérica, foram peças fundamentais para as conquistas “castelhanas” e para o estabelecimento e permanência dos europeus durante o primeiro século do período Colonial. Em outras palavras, o objetivo é investigar, nas fontes nativas, particularidades das concepções de história e cosmogonia das elites andinas, que não se encontram nos escritos de origem cristão-colonial, bem como analisar os principais usos políticos e transformações dessas concepções na passagem do período pré-hispânico ao colonial, mapeando diferenças e semelhanças em relação ao caso da Mesoamérica.

Elizabeth Cancelli

 

 

 

 

É Professora de História na Universidade de São Paulo e orientadora no Programa de História Social. Foi também professora na Universidade de Brasilia, tendo sido, entre outros cargos, presidente do Conselho Editorial da EDUnB e diretora do CEPPAC. Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1977), mestrado e doutorado em História pela Universidade Estadual de Campinas. É livre-docente pela Universidade de São Paulo. Atualmente seu trabalho tem com ênfase a História do Brasil República e a História no pós-guerra. É autora dos vários livros, entre eles O Mundo da Violência: a polícia na Era Vargas; O Brasil e os outros: o poder das idéias; A cultura do Crime e da Lei no Brasil (1889-1930); Carandiru: a prisão, o psiquiatra e o preso; A intentona em Nova Yorque. (Texto informado pelo autor)

Sala: M-3
E-mail: cancellie@gmail.com
Currículo Lattes
Linhas de Pesquisa: História Política, História da Cultura

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